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O primeiro requisito para uma música ser chamada de música é harmonia entre as notas e os acordes. A maioria dos tais ?funks cariocas? é apenas uma batida maçante com alguém que não sabe cantar e falando qualquer bobeira que dê ?ibope? entre a molecada.


Pronto. Fiz meu desabafo e que confesso que não o fiz por preconceito na essência da palavra, mas pós conceitual mesmo, diante das observações (inúmeras) que vejo por aí de quem escuta esta m*** de estilo.


Houve um tempo em que as reclamações de perturbação de sossego eram de mescladas com rock, eletrônico, forró, brega e sertanejo. Elas ainda continuam, mas o funk domina as reclamações e as prisões por perturbação de sossego de forma disparada.


Se não bastasse a perturbação de sossego (leia-se volume altíssimo), as vítimas dos admiradores do ?funk carioca? têm que ser ultrajadas dentro de suas próprias residências com letras que estimulam abusos contra mulheres, pedofilia e os mais variados tipos de crimes e contravenções penais.


Contra estes abusadores dos ouvidos alheios, que exaltam músicas machistas e que estimulam a criminalidade, você tem que colocar toda sua energia pessoal para que estes inescrupulosas sintam o rigor da lei.


Ajam !!! Não deixem de exercer os seus direitos.


Te convido, por isso, a se inscrever gratuitamente no nosso curso em vídeo CONHEÇA SEUS DIREITOS 2.0 e aprenda, de forma didática e fácil, todas as leis que você precisa conhecer para combater seu vizinho barulhento: inscrição gratuita.


(*) Renato Rodrigues é advogado especialista no combate à perturbação de sossego e criador do Portal Meu Vizinho Barulhento